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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Projeto Antropologia e Desenho

Nesta página compartilho os artigos acadêmicos do Projeto Antropologia e Desenho. Sugestões e críticas são bem-vindas para karinakuschnir [@] gmail.com — obrigada!  (English originals and versions are marked with a little flag. english )


KUSCHNIR, Karina. 2019. A antropologia como uma forma de olhar o mundo: uma conversa com Karina Kuschnir. Entrevista concedida a Diana B. Mello. Kula. Antropología y Ciencias Sociales, nº 20/21: Especial aniversario. Diciembre, 2019, p. 22-29. (Novo!)

KUSCHNIR, Karina. 2019. Museu Nacional (1818 – ). Novos Debates (ABA), v. 3, n. 1-2, [2017]. 

KUSCHNIR, Karina. 2019. Desenho etnográfico: Onze benefícios de usar um diário gráfico no trabalho de campo. Pensata: Revista dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP, v. 7, n.1, p. 328-369.  (É uma tradução de Kuschnir, 2016.)

KUSCHNIR, Karina. 2018. Drawing as Possibility: A Review of Andrew Causey’s Drawn to See: Drawing as an Ethnographic Method. Teaching Culture blog. The Higher Education Division of the University of Toronto Press (UTP). 
english

KUSCHNIR, Karina. 2018. Resenha de CAUSEY, Andrew. 2017. Drawn to See. Drawing as an Ethnographic Method. Mana, 24(1), 271-275.

KUSCHNIR, Karina e AZEVEDO, Vinícius. 2018. Mensagens Criptografadas. Blog IMS (Instituto Moreira Salles), seção Vida Contemporânea. Publicado em 7/08/2018.

KUSCHNIR, Karina. 2018. Desdesenhando o Rio. Blog IMS (Instituto Moreira Salles), seção Artes. Publicado em 5/06/2018.

KUSCHNIR, Karina. 2016. A antropologia pelo desenho. Experiências visuais e etnográficas. Cadernos de Arte e Antropologia, v.5, n.2, p. 5-13. Não deixem de ver também o sumário completo desta edição! [Sobre esse artigo, escrevi também um post.]

KUSCHNIR, Karina. 2016. Ethnographic Drawing: Eleven benefits of using a sketchbook for fieldwork. Visual Ethnography Journal, v.5, n. 1, p. 103-134. english  [Vejam também o sumário da revista com outros artigos interessantes]

KUSCHNIR, Karina e AZEVEDO, Vinícius Moraes. 2015. Caligrafias urbanas: pichação e linguagem visual no Rio de Janeiro. Trama: indústria criativa em revista, v. 1, n.1, p. 110-122.

KUSCHNIR, Karina. 2014. Ensinando antropólogos a desenhar: uma experiência didática e de pesquisa, Cadernos de Arte e Antropologia [Online], Vol. 3, No 2. English version: Teaching anthropologists to draw: a didactic research experience. english [Sobre esse artigo, escrevi também um post.]

GAMA, Pedro F. e KUSCHNIR, Karina. 2014. Contribuições do desenho para a pesquisa antropológica. Revista do CFCH, Edição especial JICTAC, p.1-5.

KUSCHNIR, Karina. 2013. Desenhar para conhecer: desenhando cidades, Seminário Conversas de Pesquisas – Departamento de Antropologia Cultural, DAC/IFCS/UFRJ, Rio de Janeiro, 5 de dezembro de 2012.

KUSCHNIR, Karina. 2012. A antropologia e o audiovisual. Entrevista para Revista Habitus, v.10, n.2, p. 168-174.

KUSCHNIR, Karina. 2012. Desenhando cidades. Sociologia & Antropologia, v.02, n.4, p.295-314.

KUSCHNIR, Karina. 2012. Leituras Urbanas (Ilustrações e texto). Jornal o Globo – Caderno Prosa & Verso. Rio de Janeiro, p.3.

KUSCHNIR, Karina. 2011. Drawing the city: a proposal for an ethnographic study in Rio de Janeiro. Vibrant, v.8, n.2, p.609 – 642. english [versão em português]

KUSCHNIR, Karina e VELHO, Gilberto. 2011. Organização e apresentação do Dossier Urban Anthropology. Vibrant, v.8, n.2, p.450-451.

KUSCHNIR, Karina. 2011. Ilustração para Cais do Sodré – Captar o Movimento. In: SALAVISA, Eduardo. Urban Sketchers – Drawing the City. Lisboa, Quimera.


   





domingo, 5 de outubro de 2014

Evento - Bolsistas na Jornada de Iniciação Científica da UFRJ

Programação dos bolsistas do LAU na Jornada de Iniciação Científica da UFRJ que começa amanhã!

6/10 - Maíra Mafra - Um mapeamento afetivo no centro do Rio de Janeiro - 14:00/17:00 Sessão Questões Urbanas - Sala 03 - Anexo do CFCH

6/10 - Vinícius Moraes - A linguagem da pixação: uma análise etnográfica da produção de grafismos na cidade - 14:00/17:00 Sessão Representações e imagens I - Sala 04 - Anexo da Escola de Serviço Social

8/10 - Carlos Henrique Sousa - A linguagem do desenho na pesquisa etnográfica no Laboratório de Antropologia e Desenho - 18:00/21:00 - Sessão Representações e imagens III - Sala 05 - Anexo da Escola de Serviço Social


domingo, 10 de novembro de 2013

Resenha de "Um antropólogo na metrópole"


Resenha de Claudia B. Rezende para o livro  "Um antropólogo na metrópole", de Gilberto Velho (seleção de textos e introdução de Hermano Vianna, Karina Kuschnir e Celso Castro, Ed. Zahar, 2013).

Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2013/308/complexidade-urbana

Complexidade urbana

Textos de Gilberto Velho selecionados por ex-alunos são reunidos em livro um ano após a morte do antropólogo. As reflexões teóricas e metodológicas contidas na obra são comentadas por professora da Uerj no 'sobreCultura'.
Por: Claudia Barcellos Rezende
Publicado em 01/11/2013 | Atualizado em 01/11/2013
Complexidade urbana
Gilberto Velho dedicou-se ao estudo da antropologia urbana e defendia que a própria posição social do pesquisador interfere na forma como ele vê e interpreta a sociedade. (ilustração: Aliedo)
Foi lançada recentemente a coleção de ensaios de Gilberto Velho Um antropólogo na cidade, organizada por seus ex-alunos Hermano Vianna, Karina Kuschnir e Celso Castro. A coletânea homenageia Gilberto um ano após a sua morte, em abril de 2012, e traz uma seleção de textos publicados anteriormente com suas principais reflexões teóricas e metodológicas sobre a antropologia urbana. Como ex-aluna e amiga, vejo nesta coletânea uma exposição valiosa de suas ideias e questionamentos, que revela a importância deste que foi um dos antropólogos brasileiros mais influentes que tivemos.
Há três temas mais abrangentes – a pesquisa em meio urbano, o indivíduo e suas vivências nas sociedades complexas e a questão dos comportamentos ‘desviantes’ – presentes em vários ensaios, que justificam tratá-los em conjunto. O primeiro deles é abordado a partir de uma indagação que Gilberto fazia constantemente: o que significa fazer pesquisa em uma grande cidade e principalmente na sua própria cidade? Quais os desafios e problemas do estudo do meio urbano, enfrentados no caso de uma pesquisa antropológica, na qual se espera que o pesquisador conviva mais intensamente com o grupo estudado? 
Longe de imaginar qualquer possibilidade de imparcialidade, ele defendia que a própria posição social do pesquisador em sua sociedade interferia no modo de ver o mapa social da cidade e, por sua vez, na relação com os diversos grupos com os quais tem contato em graus variados. Daí, portanto, a necessidade de estranhar o familiar, de compreender esse mapa social não apenas como um viés presente na pesquisa de campo, mas também como mais um elemento a ser analisado. Pois a relação do pesquisador com os grupos de pesquisa seria mais um exemplo de como se dão as relações sociais em uma grande cidade, nas sociedades complexas.
 A ideia de complexidade referia-se tanto ao contraste com as sociedades tradicionalmente estudadas pelos antropólogos, quanto à heterogeneidade resultante da divisão social de trabalho e da estratificação social
Para pensar essas relações – segundo tema tratado no livro –, Gilberto recorreu a um conjunto de conceitos, cujas origens vinham tanto da sociologia de Georg Simmel (1858-1918) e dos interacionistas simbólicos americanos quanto da fenomenologia de Alfred Schutz (1899-1959), entendidos à luz de suas preocupações com a sociedade brasileira.
A ideia de complexidade referia-se tanto ao contraste com as sociedades tradicionalmente estudadas pelos antropólogos, relativamente isoladas e homogêneas, quanto à heterogeneidade resultante da divisão social de trabalho e da estratificação social, particularmente acentuada no meio urbano. Nas sociedades complexas, afirmava ele, coexistem diversos grupos sociais, com estilos de vida, visões de mundo e códigos distintos – regras de comportamento e formas de linguagem específicas, que muitas vezes apresentam fronteiras relativamente bem demarcadas.
Por isso, não faria sentido falar em uma cultura comum a todos, pressupondo aí o compartilhamento de valores, noções e comportamentos por toda uma sociedade. Antes, caberia ao antropólogo perguntar: “O que pode ser comunicado? Como as experiências podem ser partilhadas? Como a realidade pode ser negociada e quais são os limites para a manipulação de símbolos?”.
Com essas indagações, o autor revelava um interesse fundamental e constante pelos vários aspectos da relação do indivíduo com a sociedade. Primeiramente, temos o desempenho de diversos papéis sociais, que implica muitas vezes circular por grupos sociais com códigos e visões de mundo específicos. Essa circulação não é livre; ao contrário, está circunscrita ao campo de possibilidades colocado pela trajetória familiar e social do indivíduo. Há espaço para escolha individual, mas esta é sempre limitada por esta inserção social. Esse trânsito por vários mundos não significa que o indivíduo domine igualmente todos os códigos e estilos de vida com os quais tem contato. Ao contrário, ele tem graus variados de familiaridade e adesão a eles. Em alguns casos, quando o indivíduo lida bem com vários códigos distintos, pode exercer até a condição de mediador entre mundos diferentes.

Heterogeneidade social e cultural

O que significa subjetivamente vivenciar essa heterogeneidade social e cultural? Gilberto dedicou-se a pensar a tensão entre a experiência de uma vida fragmentada por vários papéis e mundos sociais e a unidade propiciada tanto por unidades englobantes, como família e instituições religiosas, quanto pelo processo de construção de identidades e projetos. Neste último tópico, a ação da memória seria fundamental para oferecer uma visão retrospectiva da trajetória e da biografia e selecionar elementos do passado que servirão de matéria-prima para a elaboração dos projetos futuros. 
Cenas urbanas
A pesquisa em meio urbano, o indivíduo e suas vivências nas sociedades complexas e a questão dos comportamentos 'desviantes' foram os três grandes temas abordados por Gilberto Velho. (ilustração: Aliedo)

Em suas palavras, “o projeto e a memória associam-se e articulam-se ao dar significado à vida e às ações dos indivíduos, em outros termos, à própria identidade”. Com forte carga afetiva, o projeto seria construído também a partir do repertório de temas, valores e códigos oferecido pelo campo de possibilidades no qual se insere o indivíduo. A memória e o projeto são centrais então para entender como o indivíduo ordena sua trajetória em um mundo diverso e fragmentado.
Nas sociedades ocidentais modernas, destaca o autor, a construção de um projeto e de uma biografia singulares torna-se valor importante. Na sociedade brasileira, os segmentos médios urbanos – foco de suas pesquisas – seriam aqueles cujos códigos e visões de mundo mais acentuariam a individualização do sujeito. Sem perder de vista o pertencimento do sujeito a unidades mais englobantes, nesses segmentos valoriza-se sua singularidade, com a acentuação de uma trajetória e projetos particulares.
Entretanto, o destacamento do indivíduo dessas instituições mais amplas pode ser visto às vezes como problemático e resultar em acusações, como aconteceu com os jovens de camadas médias que usavam drogas, estudados por Gilberto na década de 1970, muitas vezes tratados por sua família como doentes. 
Partindo de uma perspectiva interacionista, Gilberto propôs que o desvio fosse entendido a partir da relação entre pessoas que acusam outros por estarem quebrando valores e limites de uma dada situação sociocultural
Aqui, confrontamo-nos com a questão do desvio, terceiro tema da coletânea. Na época de sua pesquisa, os comportamentos desviantes eram explicados ora como problemas de uma sociedade disfuncional, em crise, ora como características psicológicas inatas ao indivíduo. Partindo de uma perspectiva interacionista, Gilberto propôs que o desvio fosse entendido a partir da relação entre pessoas que acusam outros por estarem quebrando valores e limites de uma dada situação sociocultural. Nesse sentido, o ‘desviante’ seria aquele que faria uma ‘leitura’ divergente, sozinho ou em grupo, de certa realidade, não sendo ‘desviante’ diante de todos nem em todos os momentos. 
Este é um breve panorama das questões e ideias tratadas por Gilberto Velho ao longo de sua carreira, bem ilustradas neste livro, que traz também dados de pesquisas realizadas principalmente na década de 1970 – a vida em um prédio em Copacabana, a relação entre jovens que usam drogas e suas famílias, a trajetória de uma imigrante açoriana nos Estados Unidos. Além disso, o livro ganha uma coloração especial com a entrevista feita com ele em 2001 e a apresentação escrita pelos organizadores. 
Assim, entendemos como Gilberto construiu sua própria biografia e trajetória intelectual e institucional, com elementos destacados por ele como importantes – a figura do pai militar, o estudo no Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a graduação em ciências sociais no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) durante a ditadura, os diversos períodos nos Estados Unidos, o doutorado na Universidade de São Paulo (USP), a dedicação ao ensino e pesquisa no Museu Nacional da UFRJ, as muitas referências de pensadores e romancistas brasileiros, americanos e europeus, antigos e contemporâneos, que influenciaram sua obra. Incorporando fontes do seu arquivo pessoal na apresentação, os organizadores traçam um retrato cuidadoso e afetuoso de quem ele foi e como podemos entender seu pensamento que ousadamente reuniu referências de várias origens e produziu uma síntese muito própria. A coletânea vem a ser, portanto, uma contribuição especial para que sua obra permaneça influenciando as reflexões sobre a vida urbana.
Gilberto Velho: um antropólogo na cidade
Hermano Vianna, Karina Kuschnir e Celso Castro (seleção e apresentação)
Rio de Janeiro, Zahar
200 páginas – R$39,90

Claudia Barcellos Rezende
Professora do Departamento de Ciências Sociais do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Evento Marcos Rosa - Anotações feitas à mão

Para quem não viu no Facebook... Anotações feitas por mim durante a excelente palestra do Marcos L. Rosa no primeiro "Encontros de Design e Antropologia" promovido pelo LaDA/Esdi/Ifcs:

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Evento 20 e 21/9/2013 - I Seminário A Criança e sua Participação na Cidade


Informações e inscrições gratuitas: http://www.seminariocriancaesuaparticipacao.blogspot.com.br/

É com prazer que convidamos ao I Seminário A Criança e sua Participação na Cidade que será realizado nos dias 20 e 21 de setembro de 2013, no IFCS/UFRJ, no Rio de Janeiro.

No 1º dia (20/09 - sexta-feira) com o título Vamos ouvir as crianças?, palestrantes debaterão o sentido e a necessidade de participação infantil. O público presente terá a oportunidade de discutir estratégias a esse respeito. Ao final do dia, será lançada a publicação Vamos ouvir as crianças: Caderno de Metodologias Participativas do Projeto Criança Pequena em Foco, com distribuição aos presentes. 

No 2º dia (21/09 - sábado), chamado de Crianças na Universidade,  serão realizadas oficinas de participação infantil que reunirão crianças e adultos. O encerramento será uma passeata musical, animada pelo grupo Fole e Festa .

Divulgue na sua rede, lembrando que as vagas são limitadas!
Informações e inscrições gratuitas: http://www.seminariocriancaesuaparticipacao.blogspot.com.br/

O seminário é uma realização do Projeto Criança Pequena em Foco (CECIP), Laboratório de Antropologia Urbana (IFCS/UFRJ) e Fundação Bernard van Leer, visando debater e realizar atividades relacionadas à questão da participação das crianças no processo de construção da cidade.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Evento: 22/08/2013, às 17h, José Guilherme Magnani

O PPGSA - Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia,  o
Núcleo Ritual e Sociabilidades Urbanas e o Laboratório de Antropologia Urbana 
convidam para a palestra:
 
Encontros de Sociologia e Antropologia:
Da periferia ao centro: trajetórias de pesquisa em Antropologia Urbana
José Guilherme Magnani (NAU/USP)

 Data: 22/8/2013, quinta-feira
Hora: 17 horas
Local: Sala 109 (a confirmar), PPGSA/IFCS/UFRJ (Largo de São Francisco, n.1)
Resumo:  A partir do mote “a tentação da aldeia”, pretendo levantar um  questão e lançar  um desafio: pode a Antropologia, com os conceitos e métodos de análise forjados ao longo de pesquisas em sociedades de pequena escala – cuja forma de assentamento não é precisamente a cidade – desvendar a complexidade dos atuais aglomerados urbanos em toda sua diversidade?  Por outra parte, não seria justamente esse legado o que daria a seu olhar, de perto e de dentro, determinada acuidade lá onde uma visão de fora passaria batido? No livro recentemente lançado  Da periferia ao centro: trajetórias de pesquisa em Antropologia Urbana  (Editora Terceiro Nome, 2012) traço um panorama desse campo, reconstituindo linhagens e apresentando  categorias e modelos de análise desenvolvidas ao longo da trajetória do NAU, a partir dos quais pretendo discutir, nesta apresentação, a relevância e a atualidade do quadro teórico e metodológico da Antropologia Urbana assim como as alternativas que se abrem para a pesquisa de campo.

Jose Guilherme Cantor Magnani, Professor Titular do Departamento de Antropologia da FFLCH da USP, é mestre
em Sociologia (FLACSO/CHILE) e doutor em Ciências Humanas (Antropologia Social) pela USP. Defendeu tese de Livre-Docência em 2010 e de Titular em 2012 nessa Universidade. Recebeu o prêmio Érico Vanucci Mendes, CNPQ - SBPC, em 1989. É pesquisador do CNPq, coordenador do Núcleo de Antropologia Urbana da USP (http://www.n-a-u.org), de sua revista eletrônica PONTO.URBE (http://www.pontourbe.net) e da coleção "Antropologia Hoje", Nau/Editora Terceiro Nome, por onde também lançou seu ultimo livro Da  periferia ao centro: trajetórias de pesquisa em Antropologia Urbana (2012). Autor e organizador de inúmeras outras obras e artigos  na área (http://lattes.cnpq.br/9198706302142338).

terça-feira, 21 de maio de 2013

Livro para Download - O Desafio da Cidade

Velho, Gilberto (org.) 1980 O desafio da cidade - Novas perspectivas da antropologia brasileira. Rio de Janeiro, Campus.

Livro disponível - texto completo para download (com agradecimento especial ao prof. Gilberto Velho, que autorizou o download).


Sumário
Apresentação - Gilberto Velho


Cap. 1 - O antropólogo pesquisando em sua cidade - Gilberto Velho

Cap. 2 - Por uma antropologia em cidades brasileiras - Ruben George Oliven

Cap. 3 - Como e quanto pode um arquiteto virar antropólogo - Carlos Nelson Ferreira dos Santos

Cap. 4 - Estratégias de sobrevivência de famílias de baixa renda no Brasil. Um estudo de caso - Geert A. Banck

Cap. 5 - Gueto cultural ou a umbanda como modo de vida: notas sobre uma experiência de campo na Baixada Fluminense - Yvonne Maggie e Marcia Contins

Cap. 6 - Servo e senhor: notas sobre o trabalho de campo na área da religião - Zelia Milanez de Lossio e Seiblitz

Cap. 7 - A questão da moradia numa favela do Rio de Janeiro ou como ter Anthropological Blues sem sair de casa - Ana Margarete Heye

Cap. 8 - Pesquisando numa prisão feminina - Julita Lemgruber

Cap. 9 - Notas de uma viagem curiosa à tribo dos poetas - Carlos Alberto M. Pereira

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Livro para Download: Condomínios no Brasil Central


MOURA, Cristina Patriota de. 2012. Condomínios no Brasil Central: expansão urbana e antropologia. Brasília, Letras livres, Ed. Universidade de Brasília.

Livro integral disponível para download.

Nosso agradecimento especial à professora Cristina Patriota de Moura (Dan/UnB).